Atuação

Arquivistas Sem Fronteiras do Brasil (AsF Brasil) desenvolve projetos de colaboração para salvaguarda, organização e publicização de patrimônios documentais de interesse público. Além de denúncias sobre o descaso com os arquivos e o acesso à informação no Brasil e na região sul do continente americano, a instituição também atua/atuou nos seguintes projetos:

– Levantamento dos acervos do período da ditadura, dentro do projeto internacional “Organização e acesso aos arquivos e documentos dos regimes repressivos da América Latina”;

– Seminário “Comisiones de La Verdad en América Latina” – Quito, Equador;

– Organização do Fundo “Adelina de Alaye (Madre de Plaza de Mayo – Línea Fundadora)”, em parceria com Memória Abierta – La Plata, Argentina;

– Organização e descrição do Fundo Emilio Mignone – em cooperação com o “Centro de Estudios Legales y Sociales – CELS”, da Argentina;

– Assessoria para a descrição arquivística do Fundo Moreno Campo, em parceria com a Organização Memória Abierta – Argentina;

– Assessoria arquivística para organização dos fundos documentais da instituição argentina Memória Abierta;

– Assessoria e acompanhamento para a organização dos fundos e acervos de intelectuais e escritores argentinos do Setor de Arquivos da Biblioteca Nacional de Argentina, em convênio com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS.

– Assessoria e assistência técnica para a organização e descrição do Fundo Arturo Frondizi, (Presidente da Argentina – 1958 – 1962) da Biblioteca Nacional Argentina, Setor de Acervos Históricos de Intelectuais e Presidentes Argentinos, em convênio com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul- UFRGS;

– Organização do Acervo do Movimento de Justiça e Direitos Humanos – MJDH – Porto Alegre, Brasil;

– Publicação do livro Onde a esperança se refugiou – A Historia do Movimento de Justiça e Direitos Humanos – MJDH;

– Projeto Memórias da Resistência e da Solidariedade: O Movimento de Justiça e Direitos Humanos contra as ditaduras do cone sul e sua conexão repressiva, aprovado e financiado pelo Programa Marcas da Memoria, da Comissão de Anistia do Ministério de Justiça do Brasil;

– Projeto de exposição junto à produtora QUATTRO Produções: Onde a Esperança se Refugiou: As redes de solidariedade, aprovado pelo Programa Mecenato Ministério da Cultura, com apoio da Petrobras;

Convênios firmados entre associações e AsF Brasil:

– Convênio de cooperação técnica com a Organização não Governamental Memória Abierta – Argentina.